Pátria assina campanha do Bandeirantes

nov 9, 2011 by     No Comments    Posted under: Campanhas, Destaque

Ação explora aspectos pouco conhecidos do colégio e já começa a fazer sucesso com alunos e pais

 

 

Ao começar a atender o Bandeirantes, a Pátria  propôs à direção do colégio que os alunos participassem da criação das campanhas. Para isso, a Pátia lançou o Projeto Criativo, que anualmente reúne vinte alunos do primeiro ano do Ensino Médio em um curso de introdução à publicidade – carreira pela qual muitos demonstram interesse.

 

Já na primeira versão, o projeto foi um sucesso: a campanha de 2007 foi inteiramente criada a partir da ideia de utilizar o lápis vermelho do colégio como ícone da marca – ideia da aluna Priscila Barroso, então com 15 anos. A partir desse anúncio, nasceram dez outras peças, que foram veiculados ao longo do ano – e dos anos seguintes, em uma campanha que fez sucesso de crítica e público.
Frases manuscritas

Agora, a Pátria está lançando uma nova campanha para o Band, mantendo o lápis do colégio como ícone e trabalhando com títulos manuscritos que abordam vários aspectos do colégio. Segundo Ricardo Lordes, que criou a campanha com Paulo Gozzi e Herbert Tonon, o objetivo é permitir que as pessoas notem aspectos pouco conhecidos do Bandeirantes, mas que fazem grande diferença na formação dos alunos. “O Band é o colégio que mais aprova na Fuvest. Só que isso é o menos importante. O colégio não existe para formar estudantes, mas para formar cidadãos, seres humanos autônomos, capazes de decidir o que é melhor para si mesmos, para os outros e para o mundo. É um colégio simplesmente fantástico, que não tem uniforme e que não tem portões trancados – até porque isso estaria mais para presídio que para colégio”, brinca.

 

 

 

No ar, em diversos formatos

A campanha, que tem 13 anúncios no total, será veiculada nos jornais O Estado de S. Paulo e na Folha de S. Paulo – com versão digital para a FolhaOnLine. A Pátria criou ainda um video de 3 minutos para ser postado nas redes sociais – a peça não tem locução, nem depoimentos, todo o texto se resume às breves frases manuscritas. “É um jeito diferente de fazer video de colégio, em que geralmente o texto é imenso, grandiloquente, laudatório – e banal. Fizemos um video diferente – até porque o colégio também é diferente”, conclui Lordes.

 

 

 

Fonte: Andréa Ciaffone / Agencia Pátria

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