Parceria: Colégios e IES estrangeiras

set 11, 2011 by     No Comments    Posted under: Destaque, Notícias

Realizar uma faculdade no exterior é um sonho para muitos estudantes quando concluem o ensino médio. Para facilitar essa a entrada em outros países, colégios brasileiros apostam em parcerias com instituições de fora do país e desenvolvem iniciativam que ajudam a preparar os estudantes para as seleções.
Ao perceber um aumento no interesse dos alunos em graduações no exterior – além dos tradicionais cursos de curta duração, como idiomas -, o colégio particular São Luiz,  de São Paulo, iniciou neste ano um projeto com universidades jesuítas de fora do Brasil, mesma rede do colégio. As principais parceiras são da Itália, dos Estados Unidos, do Canadá, da França e da Austrália, e os cursos mais procurados são os relacionados a negócios, design de games, cinema, publicidade e jornalismo.


O aluno tem a chance de conhecer mais sobre o perfil e a estrutura de cada universidade parceira por meio de encontros individuais com o coordenador pedagógico da escola, Acidinis Fonseca. Segundo o responsável pelo projeto, Tuna Serzedello, o atendimento personalizado facilita a tomada de decisão sobre o curso.

 

“Ajudamos o aluno a se enxergar melhor, ver quais são as matérias de que mais gosta e também a escolher a universidade que mais se encaixa no seu perfil”, afirma.

Além de promover o contato com as universidades, o colégio envia uma carta de recomendação com informações sobre o aluno, como comportamento em sala de aula, postura de liderança e relacionamento com outros colegas. De acordo com Serzedello, a maior procura por cursos fora do país está ligada ao fato de que os alunos têm mais contato com pessoas de outras nacionalidades, além da busca por uma melhor graduação.
Como o ingresso nessas instituições é muito concorrido e nem sempre há vestibular, é fundamental que o aluno se prepare desde cedo. “As notas do ensino médio contam. É importante ter atividades extras como participar de grupos de estudo, tocar algum instrumento, praticar esportes e fazer trabalho voluntário. Eles também exigem uma prova de proficiência na língua. Algumas instituições ainda pedem uma redação ou falam com o aluno pelo skype, acrescenta.

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Ensino médio em dois modelos
O colégio Dante Alighieri,  também de São Paulo, adotou um sistema diferente de ensino médio. A partir do 9º ano, os alunos têm a possibilidade de realizar, no turno da tarde, a high school, uma aula baseada no modelo americano e que conta com professores nativos da língua inglesa. Após se formarem, os estudantes ganham diploma de conclusão do ensino médio brasileiro e americano.
As aulas são ministradas duas vezes por semana, das 13h30 às 15h. Entre os assuntos abordados, estão economia, literatura estrangeira, noções sobre os governos americano e brasileiro e história americana.
A coordenadora do Dante High School, Rossella Beer, acredita que o diploma internacional pode ser um fator determinante no ingresso em uma faculdade no exterior.

 

“Com certeza ajuda, mas há outros aspectos, como ter um nível de inglês excelente. Muitas vezes, eles são entrevistados, e nossos alunos conseguem falar sobre qualquer matéria de forma bastante formal”, afirma Beer.

Além de ajudar em uma entrevista, a aula também prepara para o Scholastic Assessment Test (SAT), uma espécie de Enem, baseado nos últimos 3 anos das escolas americanas. O teste pode ser realizado na cidade de São Paulo, e a prova é dividida em quatro grandes grupos: inglês, matemática, ciências e estudos sociais. A pontuação do aluno é enviada para as universidades e serve como critério de ingresso.

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Luiza Kok de Assis Couto, 15 anos, cursa o último ano de high school e vai embarcar em julho para um curso de verão em Harvard, nos Estados Unidos. Ela realizou a inscrição no próprio site da universidade e passou por um processo que durou cerca de 3 meses até ser aceita.

 

“Eles me pediram para mandar o meu histórico escolar, uma carta de recomendação e uma redação. Mas não cheguei a conversar direito com eles, foi apenas por e-mail”, conta.

Ela vai passar sete semanas na universidade fazendo aulas de teatro e pretende retornar para realizar uma graduação.

 

“Eu quero fazer Direito fora do país, acho que, com essa experiência, vou ter mais facilidade de entrar em Harvard de novo, pois eles valorizam bastante isso”, afirma.

Para Beer, esse curso de curta duração já é um diferencial para tentar uma graduação no exterior.

 

“As universidades consideram bastante o fato de já ter alguma experiência anterior na instituição. Pois para entrar nesses cursos de verão já é feita uma seleção rigorosa”, diz.

 

 

Fonte: Terra Educação

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